Impossível fugir, hoje, de uma conversa sem que a inteligência artificial seja uma das pautas nas mesas de decisão. A promessa é de mais eficiência nas entregas, automação de processos repetitivos e insights em tempo recorde.
Mas como adotar IA nos processos de auditoria, riscos e compliance sem expor dados confidenciais ou violar normativos de segurança?
Essa é uma das perguntas que pairam sobre as cabeças de muitos gestores.
A insegurança faz sentido. Afinal, no nosso mercado, a perda de controle sobre um único dado pode significar falhas de conformidade, sanções regulatórias e danos irreparáveis à reputação.
“Prazer, eu sou a Audara”
Inteligência Artificial não pode ser tratada como um simples “bot” GenAI, genérico, solto na nuvem pública. Para funcionar no nosso setor, ela precisa nascer com o mesmo DNA do GRC: governada, rastreável e soberana por padrão.
É sobre isso que a Audara, a IA desenvolvida pela Perinity, irá conversar com o mercado, partindo de três premissas inegociáveis de segurança:
- Os seus dados não podem treinar modelos públicos: certifique-se sempre que as informações inseridas em seus sistemas permaneçam estritamente sob o controle da sua organização.
- Governança antes da execução: cada informação precisa passar por uma camada severa de classificação de dados e controle de acesso antes mesmo de a IA tocá-la.
- Auditabilidade total: toda resposta ou sugestão gerada tem que deixar rastros claros, permitindo mostrar exatamente como e por que aquela análise foi feita.
O que vem por aí nesta série
Nas próximas semanas, traremos conteúdos curtos e diretos com a Audara respondendo às dúvidas técnicas e estratégicas de CISOs, auditores e diretores de risco:
- Como funciona a classificação prévia de dados sensíveis antes da inferência da IA?
- O custo oculto do trabalho manual de GRC vs. o ganho de tempo estratégico.
- O que é soberania de dados na prática e por que a residência do dado no país importa para reguladores como BACEN e LGPD.
Te esperamos no próximo conteúdo desta série!
