A tecnologia militar, ao longo da história, tem sido um dos principais catalisadores de inovação. Ainda que impulsionada por cenários de conflito, ela acaba promovendo avanços que impactam diretamente o desenvolvimento econômico e tecnológico das nações.
Hoje, essa dinâmica evoluiu. A estratégia militar não se limita mais ao domínio físico — ela se estende de forma significativa ao ciberespaço. Ataques cibernéticos tornaram-se parte central das operações, ampliando o escopo de alvos: não apenas infraestruturas críticas, mas também ativos tecnológicos estratégicos de países e organizações.
Um exemplo recente foi o ataque a um data center da Amazon Web Services no Oriente Médio. Esse tipo de incidente reforça um ponto crítico: a dependência crescente de grandes provedores de tecnologia exige uma revisão contínua das estratégias de resiliência.
Para líderes de tecnologia, governança e riscos, a mensagem é clara — não basta confiar na robustez dos provedores. É essencial evoluir constantemente as práticas de gestão de continuidade de negócios, considerando cenários cada vez mais complexos e interconectados.
Diante desse contexto, surge uma reflexão importante: estamos preparados para uma nova era de GRC, onde riscos cibernéticos e geopolíticos se tornam indissociáveis?
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